(foto: Vantuir Azevedo)

Cantemos um salmo ao nosso Deus pela maravilhosa obra das suas mãos. O louvemos com muita alegria pois estamos cercados dos sinais de sua grandiosa criação. Ao ver esta belíssima foto, ocorreu-me na memória o que o Salmo 8  expressa de louvor e gratidão pelas coisas criadas: 
"Ó Senhor, Senhor nosso, quão admirável é o teu nome em toda a terra, tu que puseste a tua glória dos céus! Da boca das crianças e dos que mamam tu suscitaste força, por causa dos teus adversários para fazeres calar o inimigo e vingador. Quando contemplo os teus céus, obra dos teus dedos, a lua e as estrelas que estabeleceste; que é o homem, para que te lembres dele? E o filho do homem, para que o visites? Contudo, pouco abaixo de Deus o fizeste; de glória e de honra o coroaste. Deste-lhe domínio sobre as obras das tuas mãos; tudo puseste debaixo de seus pés: todas as ovelhas e bois, assim como os animais do campo, as aves do céu, e os peixes do mar, tudo o que passa pelas veredas dos mares. Ó Senhor, Senhor nosso, quão admirável é o teu nome em toda a terra!"


Lembra-te também do teu Criador nos dias da tua mocidade, antes que venham os maus dias, e cheguem os anos


em que dirás: Não tenho prazer neles;


antes que se escureçam o sol e a luz, e a lua, e as estrelas, e tornem a vir as nuvens depois da chuva;


no dia em que tremerem os guardas da casa, e se curvarem os homens fortes, e cessarem os moedores, por já


serem poucos, e se escurecerem os que olham pelas janelas,


e as portas da rua se fecharem; quando for baixo o ruído da moedura, e nos levantarmos à voz das aves, e todas


as filhas da música ficarem abatidas;


como também quando temerem o que é alto, e houver espantos no caminho; e florescer a amendoeira, e o


gafanhoto for um peso, e falhar o desejo; porque o homem se vai à sua casa eterna, e os pranteadores andarão


rodeando pela praça;


antes que se rompa a cadeia de prata, ou se quebre o copo de ouro, ou se despedace o cântaro junto à fonte, ou


se desfaça a roda junto à cisterna,


e o pó volte para a terra como o era, e o espírito volte a Deus que o deu.


Vaidade de vaidades, diz o pregador, tudo é vaidade.


Além de ser sábio, o pregador também ensinou ao povo o conhecimento, meditando, e estudando, e pondo em


ordem muitos provérbios.


Procurou o pregador achar palavras agradáveis, e escreveu com acerto discursos plenos de verdade.


As palavras dos sábios são como aguilhões; e como pregos bem fixados são as palavras coligidas dos mestres,


as quais foram dadas pelo único pastor.


Além disso, filho meu, sê avisado. De fazer muitos livros não há fim; e o muito estudar é enfado da carne.


Este é o fim do discurso; tudo já foi ouvido: Teme a Deus, e guarda os seus mandamentos; porque isto é todo o


dever do homem.


Porque Deus há de trazer a juízo toda obra, e até tudo o que está encoberto, quer seja bom, quer seja mau.


Eclesiastes 12.1-14.


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