domingo, 19 de fevereiro de 2012

O ensaio filosófico



Quem for capaz de ter uma visão do conjunto é dialético; quem não o for, não é”(Platão, República, 537c).

“O ensaio pensa em fragmentos”(Adorno, O ensaio como forma).



À primeira vista, a palavra “ensaio” pode soar a algo que não tem validade, não tem importância, a exemplo de um ensaio para um show, para uma música, para uma peça. Qualquer ensaio está relativamente condicionado ao que não é, pelo menos ainda. Popularmente a palavra ensaio aparece muitas vezes carregado desse sentido, o que não nos impede de ir mais longe ou de ir até Montaigne para mostrar a pertinência de um ensaio filosófico. O estilo ensaístico persegue todo aquele que se arrisca a escrever livremente sobre um determinado aspecto da realidade, embarcando na aventura de trazer para si e sobre si quaisquer pensamentos, como que recortando, fragmentando a realidade para si.
Já no século passado, ninguém talvez soube dizer tão bem quanto Foucault o que é um ensaio. “O ensaio – que é necessário entender como experiênica modificadora de si no jogo da verdade, e não como apropriação simplificadora de outrem para fins de comunicação – é o corpo vivo da filosofia, se, pelo menos, ela for ainda hoje o que era outrora, ou seja, uma 'ascese', um exercício de si, no pensamento”(FOUCAULT, Michel. História da Sexualidade. Vol 2. O uso dos prazeres. Rio de Janeiro: Ed. Graal, 1984. p. 13).
Fiz uso da citação acima para mostrar o quanto a palavra “ensaio” está banalizada, bem como a Filosofia e demais áreas de saberes. Isso se deve ao fato de conspirarmos a favor de uma cultura da fragmentação que nos envolve a todos e que nos fez perder a noção de totalidade, de metafísica, de conjunto, de complexidade. Vivemos e, diga-se de passagem, gostamos do que é simplório e vulgar. Gostamos e aplaudimos as vulgaridades. Ostentamos um mundo de vulgaridades na linguagem, no estilo literário, na política, nos saberes. Vivemos, agora, exaltando as mais frívolas atitudes de simplificação do olhar. Os objetos de estudo são analisados periférica e superficialmente sem nenhuma dosagem sequer de Filosofia.
A atividade filosófica não pode ser, é claro, um jogo puramente exclusivo da profundidade e da obscuridade das ideias que não chegam ao público e que permanecem apenas dentro das academias como propriedade exclusiva dos “intelectuais”, todavia, a filosofia é uma reflexão sobre os saberes disponíveis, uma espécie de ensaio sobre a vida. Não sem convicção, Comte-Sponville despertou para o seguinte: “Não podemos, sem filosofar, pensar nossa vida e viver nosso pensamento: já que isso é a própria filosofia”(COMTE-SPONVILLE, André. Apresentação da Filosofia. São Paulo: Martins Fontes, 2002. p. 12).
O estilo de se escrever em forma de “ensaios” levou o filósofo renascentista Michel de Montaigne a píncaros altíssimos de análise da vida em diferentes aspectos. Ele captura particularidades variadas da sua realidade e de outros autores num tom incrivelmente reflexivo e individual que lhe é muito peculiar. O “Da Educação das crianças” que lhe coube um ensaio à parte. Diz ele: “Tudo se submeterá ao exame da criança e nada se lhe enfiará na cabeça por simples autoridade e crédito. Que nenhum princípio, de Aristóteles, dos estóicos ou dos epicuristas, seja seu princípio. Apresentem-se-lhe todos em sua diversidade e que ele escolha se puder. E se não o puder fique na dúvida, pois só os loucos têm certeza absoluta em sua opinião”(MONTAIGNE, M. Ensaios. São Paulo: Ed. Abril, 1972, p. 81-82). Aqui, ele admite opiniões duvidosas na educação das crianças a fim de atingir a maturidade filosófica, até porque as crianças não são dotadas só de razão, mas de imaginação, de vida, de sentidos e etc. Não é só a ciência, tampouco a dialética, que constituem uma boa educação. A filosofia é um ensaio que extrapola toda e qualquer tentativa de sistematização do saber, por isso ser importante para a educação das crianças. Com o ensaio, admite-se e estimula a dúvida; desperta na criança o hábito da reflexão. Vejam mais o que Montaigne nos diz sobre “os meios e os fins”, “Da tristeza”, “Da covardia”, “Do medo”, “De como filosofar é aprender a morrer”, “a força da imaginação”, “De como julgar a morte”, enfim...
Os ensaios filosóficos ou literários são reflexões muito pessoais por cima, por baixo, por dentro e pelos lados da realidade. É levar o texto a suportar, ao máximo, a fragmentação e amplidão das opiniões, das ideias. São textos fragmentados, mas que não se diluem, nem se perdem no obscurantismo das ideias filosóficas, mas ganham toda uma consistência pelo conjunto da obra. O saudoso escritor e filósofo paraense Benedito Nunes, por exemplo, ganhou um prêmio pela Academia brasileira de Letras pelo conjunto da obra. Escreveu muitos ensaios filosóficos em sua vida. Reuniu todos e vejam o que deu, uma harmonia maravilhosa entre literatura e filosofia. Maravilhoso! O ensaio ganha consistência também porque é escrito, muitas vezes, por quem realmente conhece a vida e suas dificuldades. O escrever do ensaísta é um escrever com autoridade de quem diz o que viveu. O reflexo de sua tinta é a sombra de sua vida, isso é muito importante num ensaio.

Prof. Jackislandy Meira de Medeiros Silva
Especialista em Metafísica, Licenciado em Filosofia, Bacharel em Teologia

sábado, 18 de fevereiro de 2012

Telescópio da NASA confirma veracidade de profecia bíblica

Os Manuscritos do Mar Morto são considerados uma fonte de admiração e de grande revelação para os cristãos. Um estudioso argumenta em seu novo livro que o telescópio Hubble apenas “confirma uma antiga profecia sobre o universo”, descrita em um dos manuscritos.

O telescópio Hubble, um dos mais poderosos já construídos pelo homem, observa e fotografa o universo usando lentes com raios ultravioleta e infravermelho. O telescópio foi lançado pela NASA para orbitar em volta da Terra em 1990, e ainda permanece em funcionamento. Muitas vezes captura belas imagens de estrelas, constelações e galáxias distantes. Trata-se de uma das maravilhas da tecnologia moderna.
Os Pergaminhos do Mar Morto, por outro lado, foram encontrados entre 1947 e 1956, em cavernas às margens do Mar Morto. São mais de 800 pergaminhos escritos, na maior parte, em peles de animais. Eles foram escritos em hebraico, aramaico e grego, e são divididos em duas categorias: bíblica e não-bíblica. Muitos desses rolos contêm profecias atribuídas a Ezequiel, Jeremias e Daniel que não se encontram na Bíblia.
Em cavernas às margens do Mar Morto já foram encontrados 800 pergaminhos
Entre os escritos não-bíblicos são comentários sobre o Antigo Testamento, as regras da comunidade que os reproduziu, a conduta de guerra, salmos de agradecimento, as composições de hinos, bênçãos, textos litúrgicos, e escritos sapienciais (de Sabedoria). Também conhecido como “manuscritos de Qumran”, esses pergaminhos são o mais antigo grupo de textos do Antigo Testamento já encontrados.
Segundo o livro de J. Paul Hutchins, Hubble Reveals Creation by an Awe-Inspiring Power (O Hubble revela a criação feita por um poder maravilhoso), que será lançado em breve. O autor acredita que textos como os de Isaías “convidam as pessoas a explorar divinamente sobre as estrelas”.
Hutchins faz uma análise da história das descobertas feitas pelo telescópio Hubble nas últimas duas décadas, que segundo os cientistas, têm revelado como o universo se formou. Ele afirma ainda que estas descobertas estão diretamente relacionados às profecias de Isaías, datadas de 732 aC, sobre a fonte de energia inimaginável por trás do universo.
A passagem em questão, Isaías 40.25-26, diz: “A quem, pois, me fareis semelhante, para que eu lhe seja igual? diz o Santo. Levantai ao alto os vossos olhos, e vede quem criou estas coisas; foi aquele que faz sair o exército delas segundo o seu número; ele as chama a todas pelos seus nomes; por causa da grandeza das suas forças, e porquanto é forte em poder, nenhuma delas faltará”.
Hutchins afirma que quando Isaías escreveu sobre o poder por trás do universo, ele não tinha um telescópio espacial poderoso, mas sua descrição coincide com as descobertas feitas pelo Hubble nos últimos anos, como por exemplo a galáxia do Sombrero, que no seu centro exibe uma energia inimaginável. O brilho é feito de oitocentos bilhões de estrelas, grandes como o Sol.

Fonte: Gospel Prime

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

Jornalista afirma que grupo Nação (homossexuais ou não) da Igreja Católica se articula politicamente no RN


O renomado jornalista Potiguar, Vicente Serejo, divulgou uma verdadeira “Bomba” que deve estremecer setores da Igreja Católica no Rio Grande do Norte. Em sua coluna no Jornal de Hoje – edição de terça feira passada – ele afirmou que existe um grupo de 32 padres e 4 diáconos atuando em paróquias do RN, articulando sacerdotes “HOMOSSEXUAIS”, ou não, a fim de fortalecer seus espaços.
Esse grupo intitulado de Nação apoiou a candidatura como legítima do prefeito de Jardim do Seridó Jocimar Dantas (PMDB).
Confira as notas publicadas na coluna de Vicente Serejo:


fonte: http://www.robsonpiresxerife.com/

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

UM ALERTA SOBRE DROGAS E MÁS COMPANHIAS


Caros jovens, abaixo segue a história de uma carta de alguém muito jovem que acabou perdendo a vida por causa das drogas, em consequência das más companhias. Faça uma análise na sua vida e observe com quem você tem andado. Se seus amigos não são cristãos, ou se comportam de uma maneira que desagrada a Deus, isso significa que você precisa cortar essas amizades e fazer novos amigos. Lembre-se: a igreja ainda é o lugar mais seguro para se desfrutar boas amizades(Pv 4.18).
Influenciado por seus “amigos”, começou a usar drogas. As drogas afetaram severamente a sua saúde, levando-o ao hospital. Bastante debilitado ele escreveu uma carta para o seu pai, relatando sua triste experiência. Veja um trecho da carta escrita por ele antes da sua morte.
“Sinto muito, meu pai, acho que esse diálogo é o último que tenho com o senhor...
O tóxico me matou, meu pai. Travei conhecimento com meu assassino aos 15 ou 16 anos de idade. É horrível, não pai?
Sabe como nós conhecemos isso? Por meio de um cidadão elegantemente vestido, bem elegante mesmo e bem falante, que nos apresentou ao nosso futuro assassino: o tóxico. Eu tentei, mas tentei mesmo recusar, mas o cidadão mexeu com meu brio, dizendo que eu não era homem. Não preciso dizer mais nada, não é? Ingressei no mundo do tóxico.
No começo foram as tonturas, depois as alucinações e a seguir a escuridão. Não fazia nada sem que o tóxico estivesse presente. Depois veio a falta de ar, o medo, as alucinações, e, em seguida, a euforia novamente. Sabe, pai, a gente, quando começa, acha tudo ridículo. Hoje, neste hospital, eu reconheço que Deus é o ser mais importante no mundo. Eu sei que sem a ajuda d'Ele não estaria escrevendo o que estou...
Pai, eu só tenho 19 anos e sei que não tenho a menor chance de viver; é muito tarde para mim. Para o senhor, tenho o último pedido a fazer: diga a todos os jovens que o senhor conhece e mostre-lhes esta carta. Diga-lhes que, em cada porta de escola, em cada cursinho, em cada faculdade, em qualquer lugar, há sempre um homem elegantemente vestido, bem falante, que irá mostrar-lhes o seu futuro assassino, o destruidor de suas vidas que os levará à loucura e à morte como eu.
Por favor, faça isso, meu pai, antes que seja tarde demais também para eles...
Adeus meu pai”

Depois desta carta, ele morreu. Este é um caso verídico. Aquele jovem morreu no hospital em 23 de maio, na cidade de São Paulo.

Carta transcrita por Jackislandy Meira de M. Silva da Revista da Escola Dominical de Adolescentes “Conselhos para o dia a dia”, editora CPAD.

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

O filósofo prefeito


Não precisa ser nenhum “expert” em gestão pública para saber que governar uma cidade é, com dúvidas, um desafio. Digo “com dúvidas” porque nem sempre se entra numa prefeitura com tanto ímpeto assim. Se para alguns é um desafio, e aí se percebe uma certa preocupação com a coletividade, em fazer mais pelo bem comum, um bem que compete mais a todos do que a uma parte. Para outros, é uma ciranda de roda(brincadeira), onde o centro das atenções está voltado para o umbigo de quem administra e de suas ambições, relativamente mesquinhas. E, para um filósofo, como seria administrar? Tiraria o umbigo ou faria de conta que ele não existe?
O umbigo aqui representa interesses particulares, ambição no seu mais alto grau. Na época de Michel de Montaigne, por volta da segunda métade do séc. XVI, administrar não era um ofício dos mais encantadores, mas esse filósofo foi prefeito por duas vezes na cidade de Bordeaux, na França. Ligado às campanhas militares entre os nobres, não abria mão de escrever. Aceitou ser prefeito, mas com uma condição, não abdicar de seus escritos por hipótese alguma. Isso o fazia primeiro filósofo, depois prefeito. Certamente, herdeiro de algumas convicções da burguesia francesa, portou-se muito mais como um aristocrata no poder do que como um democrata populista afeito aos camponeses e aos pobres das províncias.
Ora, estamos no contexto do avanço do humanismo racionalista, em pleno Renascimento, com as roupas sujas da Idade Média. A política ainda estava se aperfeiçoando. Teorias políticas como as de Hobbes, Maquiavel, Tocqueville, Marx e outros ainda estavam em germe. Montaigne se destacou justamente por desafiar, com suas dúvidas pertinentes, um humanismo dogmático que pretendia imputar ao homem um poder ilimitado e centralizador. Como bom renascentista, Montaigne cultivou bom humor, imaginação, e um determinado tipo de realismo ao discutir questões do cotidiano humano.
Porém, o que marca talvez o seu humanismo, embora cético e limitado, é a humildade, pois coloca o homem como um grão de areia comparado às infinitas espécies de seres que existem sobre a terra. Via o homem em relação aos outros animais, não mais nem menos do que eles, a não ser pela filosofia e pela religião. É possível encontrar inúmeras referências de animais nos “Ensaios” de Montaigne, algumas até com uma preciosidade em detalhes, o que endossa a tese de que não somos seres tão perfeitos assim, uma vez que somos falhos e passíveis a cometer tolices, sobretudo na esfera pública(Cf. Ghiraldelli Jr. A Aventura da Filosofia. Vol 1. São Paulo: Manole, 2010, p. 103-113).
É óbvio que não tenho a pretensão de colocar Montaigne como um prefeito de referência para o universo dos prefeitos de hoje. As cidades estão cheias de problemas de urbanização; não são mais províncias, pelo menos no estilo de vida; poluição; desemprego; superpopulação; transportes públicos sucateados; estradas e rodovias esburacadas. A industrialização chegou, a tecnologia também; a servidão diminuiu com o ganho de liberdade; a democracia abriu as portas à participação popular no poder central; as guerras militares praticamente diminuíram, o terror surgiu como a maior das armas de guerra, depois da bomba atômica. O capitalismo transformou o trabalho feudal de sobrevivência humana em trabalho industrial que visa concorrência, exploração e acúmulo de bens(riqueza).
Com isso, não pensem que Montaigne foi superado. Não. Montaigne apenas foi modificado. O homem se transformou desde Montaigne até aqui e continua a se transformar. O fato é que problemas como a corrupção que já existia na época de Montaigne estão mais visíveis. A história não mente quanto à burguesia absolutista na França nesse período e logo depois o clima de insatisfação popular que eclodiu com uma tremenda revolução em 1789, fazendo surgir a tão sonhada República e a emancipação dos direitos humanos.
Todavia, algo de Michel de Montaigne os prefeitos deviam herdar, a sua humildade e o seu zelo para com a coisa pública. Diferentemente de Luís XIV que reinou a França de 1643 a 1715 e que ficou conhecido pela frase: “C'était c'est moi” - “O estado sou eu”, Montaigne advertia em seus “Ensaios” que em cada cidade devia haver um lugar onde as pessoas pudessem ir até lá a fim de resolver seus problemas e satisfazer suas necessidades, este lugar era a prefeitura, imagino eu, de modo a abrigar os que não tem casa, salários, roupas e comida. Este era um conselho de seu pai que preenche as lacunas de uma administração, lamenta Montaigne por não ter seguido tal conselho a risca. Já naquela época, o pai de Montaigne orientava o filho que para administrar uma casa era necessário registrar as transações financeiras, inscrever as contas, exigir que o secretário anote todas as informações num diário, enfim...(Cf. MONTAIGNE. Col. Os Pensadores. São Paulo: Abril, 1972, p. 113-114).
Além do mais, ser prefeito do quilate de Montaigne significa admitir erros, incoerências e duvidar das certezas. Jamais pensou que governava sozinho, muito menos para um grupo. Ele governava com humildade e com muita naturalidade. Sua responsabilidade com as dívidas era de impressionar, basta conferir o que diz acerca das orientações do pai em relação às contas da família, avalie então o que seu pai não diria a respeito das contas públicas!
Cidadão, como estão as contas de seu município?
Prof. Jackislandy Meira de M. Silva
Especialista em Metafísica, Licenciado em Filosofia, Bacharel em Teologia

terça-feira, 24 de janeiro de 2012

O lixo do big brother; veja comentário do Pr. Silas Malafaia

 
Após o polêmico episódio de um suposto estupro dentro do programa Big Brother Brasil, da TV Globo, o Ministério das Comunicações se manifestou em comunicado oficial, divulgado nesta quarta-feira, informando que vai identificar por meio de imagens se a emissora, de fato, exibiu cenas de estupro dentro do programa.
Caso sejam comprovadas tais imagens que causaram constrangimento ao telespectador, o Ministério irá instaurar um processo cujas penas incluem multa e interrupção dos serviços da emissora.
A cena que gerou toda essa repercussão foi protagonizada pelo participante Daniel Echaniz, que teria abusado sexualmente da participante Monique Amin, quando a mesma estava dormindo, inconsciente do suposto ato praticado por ele. Ambos estariam embriagados após a realização de uma festa dentro da casa.
A TV Globo decidiu eliminar o participante do programa, entendendo que o mesmo não apresentara conduta compatível com as regras impostas pela direção do reality show, não entrando em detalhes.
A defesa de Daniel pede a volta do mesmo ao programa, pois nega que ele tenha praticado qualquer tipo de procedimento inadequado e acusa a TV Globo de perseguição racista, já que o jovem acusado é negro.
O pastor Silas Malafaia comentou o assunto:
“O Big Brother é um lixo. Como é que tem crente que ainda perde tempo com isso? Tem que se converter de novo.
Esse programa está promovendo a baixaria, a imoralidade, e tudo o que há de mais destrutivo para a sociedade. É explícito o incentivo a bebedeira, sensualidade, promiscuidade e infidelidade. Onde vamos chegar quando um programa baixo, ridículo e imoral como este, é um dos campeões de audiencia no nosso país?”
‘Igrejas devem enviar correspondências para a Globo’, diz pastor
 
O Pastor Gilson Bifano, do portal Click Família, especialista em ministrar na área familiar, falou ao Verdade Gospel sobre a polêmica do estupro no reality da TV Globo.
“Eu creio que é hora de todas as denominações se pronunciarem. Igrejas devem enviar correspondências para a Globo. É um momento propício para mostrar nossa indignação em relação a este programa que não tem nada, absolutamente nada, para edificar, ensinar à família.
Precisamos também cobrar do governo, não a censura, mas um posicionamento neste sentido. O Ministério Público deve investigar o que houve e punir severamente a emissora.”
Movimento anti-reality cria bloqueio para conteúdo relacionado ao BBB nas redes sociais
Surgiu na internet um movimento para boicotar o programa Big Brother Brasil, que é assunto sempre presente nas redes sociais.
O programador Luís Coimbra, que repudia este programa, criou uma solução para não ter o dissabor de ser bombardeado por informações referentes ao reality show da TV Globo: criou para o navegador Google Chrome a extensão “No BBB”, que consegue bloquear todo conteúdo relacionado ao programa.
Esta aplicação atua no Facebook e Twitter, travando todos os textos publicados que contenham palavras como “BBB” e “Big Brother”. Um comunicado aparece na tela dizendo: “Conteúdo bloqueado por conter texto relacionado ao BBB, se quiser ver, clique aqui”, o que certamente Coimbra não ousaria fazer.
Programa da Igreja Presbiteriana critica BBB
 
O programa “Lado B do BBB”, da Igreja Presbiteriana do Brasil, analisa o reality show Big Brother Brasil, ressaltando aspectos negativos do programa. A transmissão é feita pela Rádio IPB e também com postagens no site da denominação, pedindo para que os fiéis não assistam ao BBB.
O reverendo Robinson Granjeiro destaca que o reality exalta apenas três coisas: Beleza física e disposição para expor o corpo à vontade; ambição para usar todos os meios possíveis, éticos ou não, para conseguir o milhão e habilidades para envolver os outros participantes e o público, evitando, assim, a eliminação precoce.
“Sem Ele, os valores majoritários presentes no estrato moral e ético das maiores civilizações se tornam relativos, a normalidade dos conjuntos atitudinais se tornam meras expressões do egocentrismo e da soberba e as crenças de primeira ordem do ser humano sobre o bem e o mal, o certo e o errado completamente questionáveis”, disse.
Mas no término do programa da denominação, o pastor convida todos a analisarem a outra face do BBB, o tal lado B do reality show. “Talvez ele reluza como espelho e nele possamos nos ver também. Talvez ele seja translúcido e por ele possamos ver os outros como devemos ver a nós mesmos”.

sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

Record corre para terminar gravações da minissérie de R$ 25 milhões

 
Atrasada, Record está correndo contra o tempo para terminar as gravações externas da minissérie “Rei Davi”, que custou R$ 25 milhões.
A estreia está prevista para o dia 24 de janeiro. Ontem algumas horas depois de apresentar a história à imprensa, o diretor Edson Espinello e sua equipe viajaram para Diamantina, Minas Gerais, para concluir as cenas, mas devido às chuvas, as sequencias estão bem atrasadas.
“Rei Davi” é uma superprodução custeada em cerca de R$ 25 milhões, em cada episódio se gasta R$ 850 mil. Essa é a terceira minissérie bíblica da emissora do bispo Edir Macedo. Os atores principais da trama são Leonardo Brício, Renata Dominguez e Paulo Gracindo, e foi escrita por Vivian de Oliveira, mesma autora de “A História de Ester”.

Fonte: Folha

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