Conhece-se a beleza dádiva dos deuses por aquilo que
ela produz na alma dos homens.
Quem é possuído por ela entra em êxtase:
cessa o riso, cessa o choro, o pensamento pára,
a fala emudece.
É mística.
A alma está tomada pela felicidade
da tranqüilidade absoluta.
Era assim que se sentia o Criador ao contemplar,
ao final de cada dia de trabalho,
o resultado da sua obra:
"Está muito bom!
Do jeito que deveria ser!
Nada há de ser modificado!
Amém!"

Rubem Alves
"Um céu numa flor silvestre"



Muitas pessoas que, de súbito, sabem da invenção do Carnaval pela igreja católica, acabam se espantando, num salto de admiração ou de surpresa por não se darem conta disso.
Fora no ano 604 d.C. quando tudo começou, pois o Papa Gregório I determinou que todos os anos os fiéis se dedicassem a assuntos espirituais por cerca de 40 dias, uma vez que era o tempo da Quarta-feira de cinzas até o Domingo de páscoa dedicado à austeridade e ao jejum, inclusive. Intitulava-se assim o tempo da Quaresma, período que serviria para fazer memória aos 40 dias que Jesus passou no deserto em inteira consagração.
Nesse tempo da Quaresma, a igreja não permitia aos fiéis comer carne, como ainda hoje acontece. Daí, alguns “carnais” ou “carnívoros” tomaram por pretexto tal decisão, imposta pela igreja, para entrar em ação e contrariar seus preceitos com outra proposta: Como iam ficar tanto tempo em abstinência, por que não permitir que o povo cometesse algumas extravagâncias antes? Os padres concordaram, e essa libertinagem fora oficialmente aprovada e incentivada por alguns papas carnavalescos, como Paulo II e Paulo VI, nos séculos XV e XVI, respectivamente.
Um fato curioso é que o carnaval só é comemorado em países católicos.
Esses quatro dias ou mais de “vale tudo” ou “tudo é permitido” que antecedem a Quaresma, em que as pessoas ficam 40 dias sem comer carne, passaram a ser chamados de adeus à “carne vale”, ou “carnevale”, resultando na palavra carnaval. Isto é, se a igreja católica romana não tivesse criado o tempo da quaresma, não haveria hoje o carnaval.
É bem verdade também que as folias carnavalescas estão associadas às festas pagãs romanas, que eram calcadas em muita licenciosidade sexual, bebedeira, glutonaria, orgias coletivas e muita música. Eram conhecidas como bacanais( em honra a Baco, o deus do vinho e da orgia), lupercais( em honra ao deus obsceno Pã, também chamado de Luperco), e saturnais( em honra ao deus saturno que, segundo a mitologia grega, devorou seus próprios filhos).
A consequência de tudo isso é a perda da integridade física, moral e espiritual das pessoas que entregam suas vidas em apenas poucos dias de festas. Além do que os noticiários e jornais de todo o país, na quarta-feira de cinzas, trazem impressas as marcas e o retrato do ser que está por trás dessa algazarra pagã, comandando-a: o diabo. Sendo assim, aos que não participam dessa festa, insistimos que continuem de fora; e aos que participam ou pretendem participar, indicamos o que diz Jeremias em 51.45. Leiam e sejam verdadeiramente livres!

Com base na Revista fiel, do Pr. Silas Malafaia.
Jackislandy Meira de Medeiros Silva, Professor e Filósofo.
www.umasreflexoes.blogspot.com
www.chegadootempo.blogstpot.com
www.floraniajacksil.ning.com




















O próprio Deus o compõe
Da fina flor de seu firmamento.
É o pão tão prazeroso
Que não serve em sua mesa
O mundo que você acompanha.
Ofereço-o a quem quiser me acompanhar:
Aproximem-se. Vocês querem viver?
Tomem-no, comam-no e vivam!



Trecho de Racine, citado por Marcel Proust para relacionar à profissão de Padeiro, caso não fosse escritor, cujo título é Pão dos Anjos. O ato de escrever é comparado por Proust como o do padeiro que produz o pão dos anjos, o pão puro e prazeroso.



“A fé (diz Deus) não me causa maravilha. Eu resplandeço a tal ponto em minha criação – no sol, na lua e nas estrelas, nos astros do firmamento e nos peixes do mar – que, para não crer, seria preciso que aquela pobre gente (está falando de nós) fosse cega. Para crer, basta deixar-se levar, basta olhar. Para não crer seria preciso violentar-se, torturar-se, atormentar-se, contrariar-se. Enrijecer-se. Virar-se pelo avesso”.

Charles Péguy, poeta francês, ao dizer que crer é relativamente fácil e esperar, possivelmente, é difícil.


Certo dia, encontrei-me com um popular no centro da terra das Flores, que assim se referiu ao atual Prefeito: “É um TIRANO!!!” Afirmou um senhor, já com seus quarenta e poucos anos. Tirano!? Por quê? O que fez ele para já ser chamado de tirano? Que tem acontecido nos últimos trinta dias de sua administração?
Se averiguarmos bem, coisa boa não fez.
Assim que assumiu o governo desta cidade, ao invés de começar gerando emprego e renda para o Município, como havia prometido em campanha, exonerou os diretores e vice-diretores das escolas municipais, eleitos pelo povo – e, diga-se de passagem, já nomeou outros de sua confiança para assumirem suas funções ao arrepio da Lei, como cargos comissionados, um absurdo – ; afastou funcionários, nomeados há mais de um ano, sem justificativa alguma; anda se pronunciando nos meios de comunicação em tom de agressão às famílias; fere constantemente a fama e a honra de pessoas idôneas(honestas); desqualifica o Concurso Público na imprensa, mas convoca pessoas da sua “estirpe” política pelo mesmo concurso que desaprova ou condena; contradiz a Lei na sua instância Municipal, Estadual e Federal; esnoba, esta é a palavra, literalmente esnoba, brinca de “criança” com o Poder Legislativo, sendo indiferente à maioria dos vereadores na Câmara; irrevogável nos erros que acaba cometendo, demonstrando o perfil carrasco de um títere, de um déspota; intolerante para com os negócios da coisa pública, mostrando-se um péssimo negociante; apresenta-se covardemente para enfrentar os problemas que ele mesmo criou ao afastar de seus cargos pessoas que passam por sérias dificuldades financeiras sem, ao menos, ter o suficiente para sobreviver, para se alimentar. Prefiro não citar nomes, uma vez que é do conhecimento de todos estes fatos.
Além disso, o atual gestor, se é que posso chamá-lo assim, está abalando material e psicologicamente a saúde de muitos cidadãos, conterrâneos seus, porque se sentem ameaçados por perder um emprego, conquistado com muita luta, pois foram noites mal dormidas por causa da preocupação de enfrentar um concurso público, queimando pestanas para estudar noites à fio.
Todavia, vem um tirano pega o concurso e enterra como se nada, nada tivesse acontecido. Só que, dizem à boca pequena na cidade, a carreira política que mal havia começado, pode-se dar por encerrada. Não ganha mais, nem para vereador. É o que dizem. Ele está pondo o dedo onde não deve, tirando o sonho das pessoas, sonegando a realização de suas vidas, maltratando, humilhando, perseguindo e constrangendo pessoas pobres ou ricas, como diz, dignas ou indignas, negras ou brancas, desempregadas ou não, mas que prestaram por Lei concurso público e foram aprovadas. Aí está o mérito! Têm capacidades de assumir o emprego, mas são constrangidas quando expulsas de seus cargos, tendo que buscar a justiça pela defesa de seus direitos. É o que muitos estão fazendo, no momento, recorrendo a Deus e à Justiça, mesmo sem condições para isso. Gente que nunca havia entrado antes na Justiça, agora são submetidas a fazer isso custe o que custar. É uma infâmia. É um terror. É um alto abuso de poder da atual gestão de Florânia, banhada de lama por um governo intensamente tirano.
Infelizmente, o governo da “criança” está cheio de tiranias por toda parte. Tenhamos cuidado para não nos infectarmos. O Prefeito do momento, com sua gente, está imbuído de vingança e ódio, de muito horror, tanto é que o que mais se ouve em Florânia é “NÃO”, “NÃO POSSO”, “NÃO TENHO COMO LHE AJUDAR”, “SOMOS POBRES”, “OS RICOS SÃO ELES”... Como se o conceito de riqueza e de pobreza tivessem mudado ou aparecido agora, como se o concurso não fosse feito para legitimar quem tem capacidade e competência. É anti-ético ao que estamos assistindo em Florânia! Ah, desculpem-me, o gestor do momento não conhece a nomenclatura ÉTICA. Da mesma forma que não valoriza o estudo como bem se observa no que fala e no que faz. Fala que os professores ganham demais sem trabalhar. Faz vista grossa, passando por cima de três leis (lei do Nepotismo, lei do Concurso Público e a lei para eleição de Diretores das Escolas Municipais) da Casa Legislativa, através de Portarias, pensando que portarias derrubam leis.
“Meu Prefeito”, não se deixe levar pelo calor da vingança política, mas cuide em administrar com verdade e lisura.
Depois de tudo isso, veja o que vem a ser um tirano:
“Denominamos tirano o soberano que não conhece como leis senão seu próprio capricho, que se apodera dos bens de seus súditos e que em seguida os arregimenta para ir tomar os bens dos vizinhos... Distingue-se entre a tirania de um só e a de vários. Essa tirania de vários seria aquela de um corpo que invadisse os direitos dos outros corpos e que exercesse o despotismo a favor das leis por ele corrompidas... Sob qual tirania preferirias viver? Sob nenhuma; mas se fosse necessário escolher, eu detestaria menos a tirania de um só do que a de vários. Um déspota sempre tem alguns bons momentos; uma assembléia de déspotas não os tem nunca. Se um tirano me faz uma injustiça, poderei desarmá-lo por intermédio de sua amante, por meio de seu confessor ou seu pajem; mas um grupo de vários tiranos é inacessível a todas as seduções. Quando não é injusta é no mínimo impiedosa e jamais concede favores. Se tenho apenas um déspota, desobrigo-me de meus deveres para com ele ao prosternar, ou ao tocar o chão com minha fronte, segundo o costume do país; mas se houver uma companhia de cem déspotas, fico exposto a repetir essa cerimônia cem vezes por dia, o que é extremamente aborrecedor, quando não se tem as roupas folgadas. Se eu tiver uma propriedade nas vizinhanças de um de nossos senhores, serei esmagado; se reclamar contra um parente dos parentes de nossos senhores, estarei arruinado. Que fazer? Tenho medo de que neste mundo sejamos reduzidos a ser bigorna ou martelo. Feliz de quem escapar a essa alternativa!”(VOLTAIRE, Dicionário Filosófico, pág. 469).

Funcionários públicos concursados e aprovados, mas afastados de seus cargos.


A senha já deu o presidente Obama. Assessorou-se no alto escalão de pessoas ligadas à causa abortista, revogou as disposições assinadas por Bush que impediam o uso de verba pública para fomentar o aborto no exterior e deixou claro, nos primeiros dias de seu governo, que esta seria uma de suas principais bandeiras. Veio antes até das propostas para a crise econômica.
Nada mais faltava.
Poucos dias depois, exatamente nesta semana, qual foi a matéria de capa da revista Veja? Se você mencionou o aborto, acertou. Ela escancarou as suas páginas, “como nunca antes neste país”, e abriu o verbo (a verba fica por conta do governo) com depoimentos de médicos favoráveis e de mulheres que em algum tempo de sua vida abortaram, inclusive a modelo Luíza Brunet. Mesmo com o peso da culpa.
Veja só não foi imparcial. Sua intenção foi aproveitar a onda obâmica e criar no Brasil um clima favorável à descriminalização do aborto. Para não deixar a impressão de que não ouviu o outro lado, publicou o depoimento de um médico que sob nenhuma hipótese praticaria o aborto. Bela imparcialidade!
O resto quem leu já sabe. A matéria foi construída com a intenção de mostrar que o aborto é uma questão de saúde pública e que, mais cedo ou mais tarde, terá de ser descriminalizado. Citou velhas e imprecisas estatísticas, não discutiu aspectos éticos e sequer científicos, apenas vaticinou por suas linhas bastante tortuosas e direcionadas: o Brasil precisa do aborto.
Pronto. Foi dada a largada.
Daqui para frente a luta se tornará mais renhida, outros mostrarão a sua cara sem qualquer pudor e tudo farão para que o Congresso aprove a medida. É tanto que os médicos não tiveram nenhum constrangimento em afirmar que, sob o manto da chamada “redução de danos”, instruem as mulheres que procuram os seus consultórios à procura do aborto acerca dos procedimentos que podem ser adotados. Não coraram de nenhuma vergonha. O que de maneira eufemística afirmaram, sem deixar explícito, foi que ajudam essas mulheres a cometer crimes. Até onde eu sei, a legislação que proíbe o aborto continua em vigor. Não há atenuante de redução de danos. Eles estão, por isso, sujeitos às penas da lei. Mas ficarão onde estão sem que ninguém lhes incomode. Nem a Polícia Federal do presidente Lula, acostumada a ações espetaculares.
O que mais me espanta é o argumento.
A questão religiosa não foi posta na mesa porque, à exceção do Bispo Macedo e de alguns poucos mais, os religiosos são contra o aborto. Aqui saúdo os católicos que militam com garra nesta trincheira, enquanto muitos de nós, evangélicos, preferimos a omissão em nome de uma teologia, que, ao invés de usar a esperança do Reino para lutar, acomoda-se ao pessimismo de que tudo vai mesmo de mal a pior. Não há nada a fazer para melhorar o que está aí. Mas não se abre mão dos carros novos, casas bonitas, roupas bem costuradas, bons salários. Para isso há bastante espaço. Até na teologia.Mas não fica apenas neste ponto.
A Veja, embalada pelo obamacentrismo, descartou até a discussão científica. Claro! Eles, os cientistas, não se entendem sobre quando começa a vida! Ao invés do raciocínio simples e lógico de que o jogo começa quando o juiz apita o início – a hora da concepção – abrigam-se atrás de mil teorias para tentar esconder uma verdade: a vida humana começa na fecundação.
Para o que então apela a revista?
Apela sem pestanejar para o rastro obâmico, que apresenta como razão para o aborto a liberdade de escolha. Não podemos privar as mulheres desse direito. Cabe a elas decidirem sobre o seu corpo. Não quero entrar neste mérito, porque aqui valeria outra discussão. Fica para depois. O que desejo discutir, agora, é a falácia da argumentação da liberdade de escolha, não importa tenha sido essa a tese da Suprema Corte dos Estados Unidos para legalizar o aborto.
Será que é isso mesmo?
Claro que não! A lei que criminaliza o aborto em nenhum momento interfere na liberdade de escolha. Nem outras normas jurídicas que punem os mais variados crimes. Elas lidam, isto sim, é com as consequências dessa liberdade. Ninguém é preso sob a presunção de que vá cometer um assassinato. Há poucos dias, na cidade onde moro, uma senhora registrou na delegacia a ameaça de morte que sofrera de seu marido. Ele não foi detido, porque seria uma prisão arbitrária. O máximo que a polícia poderia oferecer era dar proteção à mulher. Três dias depois foi assassinada... Pelo marido. Que então foi preso em flagrante.
Entendeu o raciocínio?
A liberdade de escolha vem desde tempos imemoriais e foi dada ao homem pelo próprio Deus. As páginas sagradas defendem esse princípio, que se constitui no cerne da vida humana. Quando somos privados dela, tornamo-nos aprisionados de um sistema ou de alguém. Agora, isso não anula outro princípio. Devemos sofrer as consequências ou receber os benefícios das nossas escolhas. Isto também é bíblico. Aonde quero chegar? Todos somos livres, como princípio, para fazer o que quisermos. As mulheres já têm liberdade para abortar. Isto não precisa ser discutido. Não depende de lei alguma, como a LLC que Obama pretende decretar nos EUA. É falácia dos abortistas. É discurso para confundir. É argumento que ganha força porque o "ungido" americano o acolheu. A liberdade sempre existiu. É intrínseca ao homem. O que se penaliza, e deve continuar sendo penalizado, é a prática em si. Todas as escolhas são da livre vontade humana. Quem escolhe praticar o aborto faz livre uso dessa vontade, tanto quanto quem tira a vida de outra pessoa. Mas deve pagar pelo seu ato.
Aborto é assassinato. E assassinato é crime.

Fonte: www.geremiasdocouto.blogspot.com(manhã com a bíblia)


Ninguém é tão perfeito que consiga
Fugir dos olhos vivos do Senhor
Que vê além do mais profundo abismo
E até segredos que eu nunca falei
Ele sabe cada um dos meus desejos
O que faço, onde ando, quem procuro
Conhece o meu passado e o meu presente
E quer fazer feliz o meu futuro.

Eu luto é contra a minha

Própria alma
A natureza humana que há
Em mim
Eu quero sepultar o velhoHomem
E andar em comunhão
Com CristoViver, cantar só para ele
Morrer pro mundo e
Reviver prá Deus.


Uma canção para cogitar nossos anseios internos, pois da luta conosco mesmo nasce um Novo Homem.


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