Para nossa meditação:
Louvarei ao Senhor em todo o tempo; o seu louvor estará continuamente na minha boca.
A minha alma se gloriará no Senhor; os mansos o ouvirão e se alegrarão.
Engrandecei ao Senhor comigo, e juntos exaltemos o seu nome.
Busquei ao Senhor, e ele me respondeu; livrou-me de todos os meus temores.
Olharam para ele, e foram iluminados; e os seus rostos não ficarão confundidos.
Clamou este pobre, e o Senhor o ouviu; e o salvou de todas as suas angústias.
O anjo do senhor acampa-se ao redor dos que o temem, e os livra.
Provai e vede que o Senhor é bom: bem-aventurado o homem que nele confia.
Temei ao Senhor, vós os seus santos, pois não têm falta alguma aqueles que o temem.
Os filhos dos leões necessitam e sofrem fome, mas aqueles que buscam ao Senhor de nada têm falta.
Vinde, meninos, ouvi-me; eu vos ensinarei o temor do Senhor.
Quem é o homem que deseja a vida, que quer largos dias para ver o bem?
Guarda a tua língua do mal e os teus lábios, de falarem enganosamente.
Aparta-te do mal e faze o bem; procura a paz e segue-a.
Os olhos do Senhor estão sobre os justos; e os seus ouvidos, atentos ao seu clamor.
A face do Senhor está contra os que fazem o mal, para desarraigar da terra a memória deles.
Os justos clamam, e o Senhor os ouve e os livra de todas as suas angústias.
Perto está o Senhor dos que têm o coração quebrantado e salva os contritos de espírito.
Muitas são as aflições do justo, mas o Senhor o livra de todas.
Ele lhe guarda todos os seus ossos; nem sequer um deles se quebra.
A malícia matará o ímpio, e os que aborrecem o justo serão punidos.
O Senhor resgata a alma dos seus servos, e nenhum dos que nele confiam será condenado.
Bendito seja Deus!
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Não pare, o melhor vai vir depois,
Espere, o pior já se passou,
Insista, pois a porta vai se abrir,
Não chore mais assim
Conquista, sempre vem depois da luta,
Resista, tem que ganhar a disputa,
É hora, de correr olhar além do sol,
Antes da noite começar.
Guerreiros, soldados, valentes,
Trezentos vencem mais de trinta mil,
Se o sol não quer parar,
E se a noite quer chegar,
Insista, resista, não pare,
Não lamente o que perdeu,
Estar restituindo, irmão se prepare,
Tudo que o Senhor prometeu,
Ele vai cumprir ele é Deus
Aguarde sorrindo irmão,
Não pare.
Conquista...
Espere, o pior já se passou,
Insista, pois a porta vai se abrir,
Não chore mais assim
Conquista, sempre vem depois da luta,
Resista, tem que ganhar a disputa,
É hora, de correr olhar além do sol,
Antes da noite começar.
Guerreiros, soldados, valentes,
Trezentos vencem mais de trinta mil,
Se o sol não quer parar,
E se a noite quer chegar,
Insista, resista, não pare,
Não lamente o que perdeu,
Estar restituindo, irmão se prepare,
Tudo que o Senhor prometeu,
Ele vai cumprir ele é Deus
Aguarde sorrindo irmão,
Não pare.
Conquista...

Na época em que estrelou o longa “O Livro de Eli”, o ator Denzel Washington passou a falar mais abertamente sobre sua fé. Ele já interpretou vários papéis de destaque e ganhou dois Oscar, pelos filmes “Tempo de Glória” e “Dia de Treinamento”.
Evangélico e membro da Igreja de Deus em Cristo, West Los Angeles
(EUA), popular igreja pentecostal afro-americana, afirmou na época que
“a Bíblia é como uma arma. Se ficar aí, em cima de uma mesa, nunca vai
machucar ninguém. É uma questão de como você vai usá-la”.
Em 2012, disse em entrevista à revista GQ que lia a Bíblia todos os dias e foi batizado no Espírito Santo e por isso ora em línguas estranhas há mais de 30 anos.
Em um vídeo que se tornou popular no Facebook esta semana, Denzel aparece falando a um grupo de jovens
atores. Postado no último domingo por seu amigo, o cantor Tyrese
Gibson, o clipe tem cerca de quatro minutos e oferece uma aula prática sobre vida de oração e fé. Foram cerca de 80 mil compartilhamentos em pouco mais de 48 horas.
Para Denzel, fé e dedicação são o
segredo do seu sucesso e a fórmula funciona para todos que tentarem. O
trecho que mais chama atenção é quando o ator premiado ensina: “Eu oro
para que vocês coloquem todas as noites os seus sapatos bem para baixo da cama.
Assim, vocês terão que ficar de joelhos todas as manhã para
encontrá-los. Enquanto você estiver assim, aproveite para agradecer a
Deus pela sua graça, misericórdia e compreensão. Todos nós carecemos da
glória, mas ela está disponível a todos nós em abundância”.
Após afirmar que ele ora todas as
manhãs, reconhece que é milionário, mas não baseia sua vida nisso. “Você
nunca vai ver um caminhão de mudanças seguindo no cortejo atrás de um
carro funerário… eu fui abençoado e consegui ganhar centenas de milhões de dólares
na minha vida. Mas eu não posso levar nada comigo e nem vocês podem.
Então, a questão não é o quanto você tem, mas o que você faz com o que
Deus lhe deu”, finalizou.
O medo me cercou e quis me afogar
Mas então eu clamei ao filho de Davi
Ele me escutou, por isso estou aqui
O vento ele acalmou, o medo repreendeu
Quando ele ordenou, o mar obedeceu
Não temo mais o mar, pois firme está minha fé
No meu barquinho está Jesus de Nazaré
Se o medo me cercar ou se o vento soprar
Seu nome eu clamarei, ele me guardará
Não temo mais o mar, pois firme está minha fé
No meu barquinho está Jesus de Nazaré
Se o medo me cercar, ou se o vento soprar
Seu nome eu clamarei, ele me socorrerá
Oh, aleluia, a palavra do senhor diz mil cairão ao teu lado
Dez mil a tua direita, mas tu não serás atingido!
Se o vento soprar contra a tua vida
Clame o nome de Jesus e ele te socorrerá!
Diferente do que aponta radicalmente
a tradição sobre a figura fascinante de Jesus; sem muita teologia; sem tantos
adornos majestosos, fantásticos; entretanto, resgatar a referência de Jesus
como um homem da periferia implica reter em sua história um contexto que lhe é
próprio, modesto, mas que lhe fora negado por séculos. Somente agora nos
últimos vinte ou trinta anos estamos reconstruindo um modo novo de revisitar os
textos bíblicos à luz da historiografia em diálogo com a Arqueologia.
Trata-se, na verdade, de redescobrir
em nossa vida o Jesus histórico. Do contrário, parece que legamos um
cristianismo extremamente ideológico, moralista e autoritário sem abertura para
o diferente de si, porém sistemático, fechado num esquema de autodefesa
ortodoxa de algumas instituições religiosas que nos impedem de pensar um Jesus
humano, trabalhador, atrelado à sua terra, aos seus valores e pronto a
confrontar as estruturas econômicas, políticas, culturais e religiosas de sua
época.
Os últimos estudos históricos de
Jesus afirmam que era um homem do séc. I EC, um galileu situado numa região
geograficamente delimitada na Palestina, sendo a Galileia este lugar no extremo
norte dessa região, muito próxima às fronteiras explosivas de conflito em
contato com outros impérios. É oportuno distinguir aqui um judeu nascido em
Nazaré da Galileia de outro judeu nascido em Jerusalém da Judeia, visto serem
duas regiões muito diferentes; de matrizes geográficas, econômicas, políticas e
culturais muito diversas. Porque Nazaré encontra-se situada na periferia da
Galileia e esta, por sua vez, na periferia da Palestina e do Império Romano,
Jesus é historicamente um homem da periferia.
A partir dessa reflexão que ora fazemos, precisamos continuar
avançando e reelaborando conceitos e valores. O que a tradição cristã elaborou
sobre o Jesus “revelado” nos Evangelhos durante mais de dois mil anos se
cristalizou em nossas cabeças pensantes, de tal modo que nos fez distanciar da
tamanha riqueza de informações das origens de Jesus e do tipo de judaísmo que
ele retinha. Ficamos refém de um discurso dogmático ou ortodoxo sobre Jesus por
muito tempo, ao ponto de não nos interessarmos tanto por esse assunto.
Pressupondo
que Jesus é basicamente um homem da periferia, mais precisamente um camponês de
origens extremamente pobres, somando-se a isso o fato de ser carpinteiro, mas
não um carpinteiro que tinha casa, um lugar para trabalhar, terras para
cultivar, é possível pensá-lo de um contexto simples, concreto; de homens
comuns. Embora a carpintaria na época fosse um ofício de “status” social, a de
Jesus era diferente porque “as raposas têm tocas e as aves do céu, ninhos; mas o
filho do homem não tem onde reclinar a cabeça” (Mt 8.20). No caso de Jesus, o trabalho
de carpinteiro era inferior ao do camponês, pois fazia ferramentas para a
manutenção do campesinato. Não tendo nada, Jesus precisava andar, sair, migrar
para outros lugares à procura de casas para construir. Provavelmente, devia ser
um construtor em constante caminhar, pronto para trabalhar; um reino a
desbravar.
Se
nos deixarmos guiar por essa ideia catalisadora de um Jesus da periferia, veremos
claramente seu projeto de salvação a caminho para a cruz e configurando-se como
modelo para toda a humanidade. Ao pegarmos os movimentos, as ações e palavras
de Jesus nos textos que nos alcançaram, certamente entenderemos a preocupação
de Jesus com os mais pobres, doentes e excluídos. E somente quando recuperamos
a figura histórica de Jesus como um camponês da periferia, carpinteiro ou
artesão, de Nazaré da Galileia que andou e pregou para muita gente é que, de
fato, conseguimos ver a autenticidade e a coerência de seu discurso político,
econômico, ético, religioso e cultural.
Lembremos:
“Mostrai-me um denário. De quem traz a imagem e a inscrição? Responderam: De
César. Ele disse então: Devolvei, pois, o que é de César a César, e o que é de
Deus a Deus” (Lc 20. 24-25); “Em verdade vos digo que um rico dificilmente
entrará no Reino dos Céus. E vos digo ainda: é mais fácil um camelo entrar pelo
buraco de uma agulha do que um rico entrar no Reino de Deus” (Mt 19. 23-24);
“Tudo aquilo, portanto, que quereis que os homens vos façam, fazei-o vós a
eles, pois esta é a Lei e os Profetas” (Mt 7. 12); “Destruí este templo, e em
três dias eu o levantarei” (Jo 2. 19); “Uma mulher da Samaria chegou para tirar
água. Jesus lhe disse: Dá-me de beber!(...) Diz-lhe então a Samaritana: Como,
sendo judeu, tu me pedes de beber, a mim que sou samaritana?” (Jo 4. 7-8).
Especialmente
nesta semana santa, possamos reconstruir uma imagem diferente e inovadora de um
Jesus que experimenta a vasta onda do helenismo de seu tempo; um Jesus que
coexiste com o judaísmo e com toda a cultura Greco-macedônica; um Jesus
inserido em seu contexto histórico-cultural bastante diverso e plural; um Jesus
que nasceu judeu, viveu judeu e morreu judeu. Mas tudo que conhecemos de Jesus
está em grego, porém só falou aramaico, provavelmente não leria nada do que
fora escrito sobre ele. Esse Jesus, fonte das pesquisas recentes da História,
da Antropologia e da Arqueologia desconstrói toda aquela grandeza de um Jesus
quase intocável, herdeiro de um discurso glorioso, mágico e fabuloso de algumas
culturas religiosas.
Prof. Jackislandy Meira de M. Silva
Bel. e Licenciado em Filosofia, Bel. em
Teologia, Esp. em Metafísica e em Estudos Clássicos
Páginas
na net: www.umasreflexoes.blogspot.com ; www.chegadootempo.blogspot.com ; www.twitter.com/filoflorania
De onde vinha sua força?
E o que você me diz de Josué,
Que conseguiu fazer o sol parar?
Como pode aparecer o Quarto Homem,
Se pra dentro da fornalha, apenas três o rei lançou para morrer?
Se você fosse Abraão, eu lhe pergunto:
"Levaria o seu filho em holocausto para oferecer?"
E quem ainda não ouviu falar de Jó,
Que em meio a tantas lutas esperou com paciência no Senhor?
E de um jovem pequenino e corajoso,
Que com apenas uma pedra numa funda, um gigante derrotou?
É difícil imaginar como Israel gritou tão alto,
E pôs abaixo a muralha que cercava a Jericó,
E quando Sara achou que estava tudo acabado,
Deus tocou em sua madre e ela pode um filho, então, gerar...
É uma questão de fé,
Pois, nenhum desses é melhor do que você,
É uma questão de fé,
O mesmo Deus de ontem, te contempla e te vê,
É uma questão de fé,
Agora é a sua vez, chegou a hora,
Ninguém pode impedir...
Não tenha medo, assuma agora o seu lugar de vencedor,
Pois, o segredo é confiar seus passos,sua vida ao Senhor,
Não jogue fora essa chance, a sua história é importante,
Ele quer te ajudar a escrever...
Se está passando no vale, glorifique ao Senhor,
Se o inimigo te cerca, Deus te fará vencedor,
Se a prova está doendo, irmão, louve a Deus...
Se está passando no vale, glorifique ao Senhor,
É uma questão de fé,
Pois, nenhum desses é melhor do que você,
É uma questão de fé,
O mesmo Deus de ontem, te contempla e te vê,
É uma questão de fé,
Agora é a sua vez, chegou a hora,
Ninguém pode impedir...
Não tenha medo, assuma agora o seu lugar de vencedor,
Pois, o segredo é confiar seus passos,sua vida ao Senhor,
Não jogue fora essa chance, a sua história é importante,
Ele quer te ajudar a escrever...
Se está passando no vale, glorifique ao Senhor,
Se o inimigo te cerca, Deus te fará vencedor,
Se a prova está doendo, irmão, louve a Deus...
Se está passando no vale, glorifique ao Senhor,
Música de Rose Nascimento in http://letras.mus.br/rose-nascimento/600666/
A impressão que se tem
quando dormimos é que os sentidos e a razão perdem suas forças. A consciência e
o corpo parecem descansar para recuperar suas energias. Talvez o sono seja a
experiência humana mais próxima da suspensão da vida, um estado em que a
existência do eu se evade, sai de si e se refugia no nada, no tédio ou na
fadiga, de modo a percebermos que a verdadeira vida está ausente.
Nessa direção se abre
uma chave de leitura para o episódio bíblico narrado no livro de Jonas, onde a
personagem central que intitula o próprio livro desobedece ao seu Deus, achando
ele que poderia fugir ou evadir-se da presença de Deus. Mal sabia Jonas o que
estava para acontecer. Ao fugir para Társis, visto ser o lugar mais longe
possível para a época, sobretudo aos olhos dos hebreus, Jonas tenta renunciar à
sua missão: Ir a Nínive, a grande cidade, e anunciar contra ela sua maldade,
pois está desagradando a Deus (Cf. Jn 1. 2, in Bíblia de Jerusalém, impressão
de 1993).
Teimosamente e de modo
muito rebelde, Jonas não vai aos ninivitas para fazer o que Deus lhe pedira, no
entanto toma um navio e zarpa para Társis. Só que durante a viagem, algo de
sombrio e extraordinário acontece. Deus lança sobre o mar uma terrível
tempestade a ponto de a um só tempo, por consequência do vento violento, o
navio naufragar e os marinheiros a gritar assustadoramente. Pelo tom dramático
que o autor sagrado põe nessa história dá até para imaginar a cena de desespero
dos marinheiros implorando, cada qual ao seu deus e ao seu modo, socorro e
salvação.
Quanto tumulto,
desespero, medo e gritaria nesse ambiente! Porém nada disso incomodava o sono
de Jonas, que se encontrava no fundo do navio deitado e dormindo profundamente (Cf.
Jn 1. 5). Nem mesmo o mar bravio conseguia acordar Jonas.
Até que, finalmente, o
comandante do navio aproxima-se dele e diz: “Como podes dormir? Levanta-te,
invoca o teu Deus! Talvez Deus se lembre de nós e não pereceremos”(Jn 1. 6).
Depois de lançarem a
sorte e descobrirem que havia sido Jonas a causa daquela terrível tempestade,
os marinheiros foram obrigados a jogar Jonas no mar para que o mar acalmasse a
sua fúria. Daí segue-se o que mais se sabe da história de Jonas, Deus determina
que um peixe grandioso engula Jonas e que ele permaneça nas entranhas do peixe
três dias e três noites.
Somente quando Jonas
reconhece que Deus é Deus através da sua oração com clamores e súplicas é que,
de repente, o peixe o vomita sobre a terra.
Gostaria de chamar
atenção para duas coisas nessa preciosa história. Primeira, o sono de Jonas não
é como o sono de um justo trabalhador que, extenuado pela dura carga de
trabalho, faz uma humilde pausa de recuperação de energias, contudo, é “manter-se
no descumprimento do sono”(LEVINAS, Emmanuel. Da existência ao existente. In CINTRA, Benedito E. Leite. Pensar com Emmanuel Levinas. São Paulo: Paulus,
2009, p. 39-40). Segunda, ou o sono de Jonas quer significar a “epoché”, conforme
a qual o homem procura renunciar à certeza, interromper seu juízo sobre as
coisas e confrontar toda a afirmação a uma dúvida intensa (desgosto e rebeldia
do profeta Jonas) ou nos permite dialogar com a forte ideia bem representada na
obra do artista espanhol Francisco de Goya, O
Sono da Razão Produz Monstros (1796-1797).
Não nos esqueçamos do
final da história segundo a qual o profeta queria a todo o custo fazer justiça
aos ninivitas pelos males cometidos, ao passo que Deus teve misericórdia do povo.
Enquanto o homem leva até às últimas consequências o tribunal da razão, Deus e,
somente Ele, quebra a lógica fria da razão com a doce ternura do amor.
Prof. Jackislandy
Meira de Medeiros Silva
Bel. em Teologia, Bel.
e Licenciado em Filosofia, Esp. em Metafísica, Esp. em Estudos Clássicos.
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